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Cerimónia de encerramento de ciclo de testes PHV na Galp

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João Prates Posted: 10 Oct 2012 9:34

Bom dia a todos.

 

A Galp Energia enviou-me um convite para participar na cerimónia de encerramento do programa de testes Prius PHV que durou 3 anos e que finda agora com a comercialização da versão de produção. Imagino que com certeza a iniciativa de me nomear terá partido da Toyota Caetano, a quem agradeço.

O evento teve lugar ontem na sede da Galp em Lisboa, e pese embora não tenha tido tempo para vir ao site postar comentários, este evento merece uma excepção e um esforço adicional.

Não, não é que se tenha aprendido alguma coisa de extraordinário no evento em termos técnicos, e muito menos no que ao carro diz respeito; não é sobre isso que quero escrever.

O que me motiva vir aqui manhã cedo é ter esta sensação de ter de desabafar e comentar livremente o que penso do espectáculo deplorável a que assisti por parte de dois dos intervenientes (oradores) na cerimónia. Vamos por partes:

1) O Prof. Tiago Farias do Instituto Superior Técnico

A participação do IST no programa de testes foi muito mais envolvente do que eu tinha conhecimento. E quem é que estava a coordenar a equipa de "investigadores" do IST? Pois claro... o Prof. Tiago Farias, quem mais! Quando ouvi o nome dele, e quando me apercebi que estava na sala mesmo à minha frente, a minha vontade de o abordar e lhe dar um belo "puxão de orelhas" só foi mesmo ultrapassada pela premente necessidade de me "comportar" num evento destes. Foi a sorte dele.

Não era um evento para perguntas e respostas, (infelizmente) ou teria literalmente cilindrado o dito Prof. de uma forma tal que teria vergonha de voltar a sair à rua. Tinha de me aguentar, e suportar aquele indivíduo em mais um espectáculo deplorável, assistir à sua apresentação, e limitar-me a não bater palmas a tal sujeito.

Mas o que raio tenho eu contra o Prof. Tiago Farias? Bem... tudo. Para quem não se recorde, deixo este link do Expresso onde um estudo da sua brilhante equipa afirmava de forma categórica na PRIMEIRA PÁGINA DO EXPRESSO que "Automóveis a diesel vencem híbridos"!!!

Basta ler os primeiros parágrafos para o texto dar voltas ao estômago, e se bem se recordam na altura demos uma valente lição ao Sr. Prof. com o nosso ensaio e press-release oficial que enviamos para toda a imprensa que faz agora orgulhosamente parte da história Prius-PT.com já com mais de um milhar de downloads. Aliás reconhecido e aplaudido por alguma imprensa, e não só...

Na altura o jornalista do Expresso autor do artigo de primeira página, o Virgílio Azevedo, chegou a encontrar-se comigo no no Starbucks do Jumbo de Alfragide para perceber melhor o que estava em causa. Cedo percebeu o erro, mas infelizmente a única coisa que me podia dizer era pedir desculpas, com o argumento que se tinha limitado a acreditar numa pessoa que para ele estava acima de dúvida, que nunca pensou ser possível estar tão errado. O mal estava feito, e uma primeira página do Expresso não se apaga, infelizmente.

Pois este mesmo fulano, agora patrocinado pela Toyota e pela Galp, já acha que os híbridos são a melhor coisa do mundo. Agora já se "babava todo" a falar da tecnologia, já dizia que o Prius PHV consumia em ciclo de vida completo cerca de menos 35% de energia que um híbrido convencional, e menos 40% que um diesel! Pasme-se! E dizia ainda que não queria revelar qual o diesel usado para comparação mas que foram buscar o mais eficiente de todos.

Mas esperem lá... se o PHV gasta (segundo Tiago Farias) menos 35% de energia que um híbrido normal, e menos 40% que um Diesel... mau... querem lá ver que se a lógica não é uma batata um híbrido normal gasta menos energia que um Diesel... SURPRESA!!!

Os valores que ele apresentou são de qualidade muito duvidosa, as variáveis que apresentou para os cálculos são no mínimo discutíveis, como os das emissões para a produção de electricidade por exemplo, mas nem vou por aí, não é isso que me revolta, não é isso que me dá "a volta ao estômago". O que me dá volta ao estômago é ouvir falar nos simuladores do IST, saber o que esses mesmos simuladores fizeram no passado, e como aparentemente se consegue fazer com que o estudo dê o resultado pretendido. Dá vontade de perguntar se o resultado do estudo depende de quem está a patrocinar...

Estão a ver a minha vontade de o confrontar, de lhe chapar na cara o estudo de finais de 2008, onde o sistema HSD já era praticamente tão performante como o actual, e onde os Diesel eram muitíssimo piores que hoje. O homem é um actor de palco, vive para isto, e mais importante "vive disto". Se já não tinha respeito nenhum pelo trabalho dele, depois de ontem então perdeu a réstia de credibilidade que tinha na minha opinião.

Perguntar-me-ão talvez "mas tu dizes mal se ele está contra os híbridos e dizes mal se está a favor? tens de dizer sempre mal?". Não é essa a questão. O que ele diz agora já nós dizíamos há anos. A questão é na minha opinião a demasiada facilidade com que se muda de campo ao sabor do vento. Tudo naquele homem a mim me soa a falso. É tudo de plástico. É tudo para o show-off, para o protagonismo. Lamento, é a minha opinião pessoal. Tanto se me dá que ele diga bem ou que diga mal dos híbridos, porque nem quando diz bem nem quando diz mal se vê que é uma pessoa que sabe do que fala. Esse é o problema.

2) Sobre a intervenção de Manuel Ferreira de Oliveira

Começou muito bem, com uma apresentação institucional típica, de pouco interesse para mim naturalmente, mas com uma fluidez e capacidade de comunicação impressionante. O homem tem o cargo que tem não é por acaso. Muito bom comunicador, muito autêntico, o oposto do Tiago Farias.

Mas depois estragou tudo com uma atitude que considero inaceitável naquele evento em particular. Às páginas tantas no meio do calor da defesa da sua dama (petróleo) vem com a história que a electricidade é muito bonita mas que hoje em dia é preciso dizer que a maior parte vem de centrais a carvão. QUÊ!?!?! Eu nem queria acreditar.

Começou então a dizer que nesta altura do ano as centrais de ciclo combinado, que consomem gás natural como a do Carregado estão em off, e quem funciona a potência máxima são centrais como a de Sines que queima carvão. É tudo verdade, mas onde é que ele quer chegar? Então ele está num evento que visa promover um carro que aos poucos se vai desligando do combustível fóssil, que segue o caminho da electrificação, e ele vem dizer que é preciso ver de onde vem a electricidade, porque hoje vem do carvão e as emissões dessas centrais são terríveis? Isto é perigosíssimo! Isto não se faz num evento destes!!!

Em primeiro lugar tenho de dizer que me torci todo na cadeira e já não sabia como estar. Aquilo era inacreditável. Estaria o presidente executivo da Galp a querer dizer que o carro era um embuste? Estaria ele a defender o seu precioso petróleo? Ali? Neste momento? Num evento do PHV? Isto faz-se?

Como não podia interromper a sua apresentação, nem podia fazer perguntas, aqui deixo apenas dois ou três pontos que gostaria de lhe poder ter referido:

A) Mesmo com a produção de electricidade a ser efectuada em centrais a carvão, se cumprirem os normativos actuais (esperemos que sim) de controlo de emissões, ainda assim um EV polui menos que um veículo a gasolina ou diesel. Anda ela-por-ela, mas ainda não é pior. Isto porque a eficiência de uma central a carvão é infinitamente superior à eficiência do motor de combustão, é uma questão simples de escala. Para isso também contribui concomitantemente eficiência dos motores eléctricos que ronda os 90%, cerca de 3 vezes superior aos melhores motores térmicos;

B) Até pode ser, e é-o com certeza, verdade que as centrais a carvão estão para nossa desgraça a ser usadas neste momento em detrimento das de ciclo combinado graças ao preço actual extraordinariamente baixo do carvão face ao gás natural. Dou essa de borla, não discuto, é verdade. Mas é preciso dizer que ainda assim o nosso mix energético é ainda compensado em grande medida pelas muitas fontes de energia renovável. Temos uma percentagem enorme de energia a ser produzida pelas barragens, e cada vez mais produzida pelos parques eólicos. Somos um país de extremos. Mencionar apenas o extremo que nos convém para dar suporte à nossa argumentação é muito feio, é passar um atestado de ignorância a quem nos escuta. Não se faz.

C) Independentemente dos pontos anteriores, Manuel Ferreira de Oliveira esqueceu-se de dizer o fundamental, que constitui o coup de grâce na sua argumentação: Por mais que eu quisesse (e não quero!) não consigo ter um furo no meu quintal a jorrar petróleo. Mas posso, e tenho, um sistema fotovoltaico a produzir ENERGIA ELÉCTRICA LIMPA E GRATUITA no meu telhado. E contra isso meu caro Manuel Ferreira de Oliveira, não tem a mínima hipótese de argumentar!

 

E pronto, assim foi mais um evento com a Toyota Caetano, este muito "especial" por quanto a mim ter corrido muito mal. Mas não comentei isto no local porque não quis fazer mau ambiente, e quando ninguém mais parece ter se apercebido do que eu me apercebi, seria parvo de minha parte levantar ali problemas.

Se para a Toyota o evento correu bem, por mim tudo bem, ainda bem que têm essa percepção.

Como eu não sou um tipo muito institucional, como gosto pouco (nada) de show-off e de conversa da treta (embora reconheça que na dose certa faz falta), procuro sempre tirar o sumo e ver o que realmente interessa de cada evento. Este para mim pode ter corrido bem em termos institucionais, até o Embaixador do Japão esteve presente, mas em termos de sumo, para quem ouviu com interesse e processou os discursos, salvaram-se pela positiva apenas as duas primeiras intervenções de José Ramos (Presidente da TCAP) e de Carlos Costa Pina (Administrador Executivo da Galp).

Nota final negativa na minha opinião para o evento.

Sobre o PHV... bom... felizmente não depende destes eventos para ser uma máquina espectacular.

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João Prates replied on 10 Oct 2012 9:41

 


Prius Plug-in passa no teste da Toyota e Galp à mobilidade em Portugal após 210.000Km

  • Mais de 158 ensaios realizados no Continente e Ilhas
  • Portugal contribuiu com 23 melhorias
  • Autonomia total alcançada com consumos de 3 e 3,5 litros
  • Prius Plug-in 2012 oferece 25 Km em EV, 2,1L/100 e 49g/CO2

Lisboa, 9 de outubro de 2012

Em Novembro de 2009, a Toyota Caetano Portugal e a Toyota Motor Europe celebraram um acordo de parceria de I&D com a Galp Energia que viria a integrar Portugal num arrojado e inédito teste à mobilidade das cidades na Europa, com cinco Prius Plug-in, um modelo ainda na versão concept, ou seja, ainda em fase de investigação e desenvolvimento.

Com a chegada e arranque do teste de estrada das cinco viaturas eficientes da Toyota, em Maio de 2010, foi desencadeado em Portugal um programa de ensaios que contou com uma alargada rede de parceiros, em especial no campo do renting e modelo de negócio, com a LeasePlan, e no campo da análise e tratamento científico dos dados registados, com o IST.

210.000 Km percorridos nas cidades portuguesas
A implementação deste teste teve a duração de 36 meses, tendo sido estabelecidos os seguintes objetivos pela Toyota e Galp Energia:

  • Identificar ganhos energéticos e ambientais;
  • Registar alterações comportamentais induzidas pela nova tecnologia;
  • Verificar a adaptabilidade da tecnologia aos padrões de mobilidade das cidades portuguesas;
  • Identificar barreiras e constrangimentos;
  • Verificar a recetividade a este tipo de tecnologia;
  • Validar a tecnologia Toyota dos Híbridos Elétricos Plug-in (PHEV)

Para alcançar estes objetivos, três dos cinco Prius Plug-in Concept foram entregues a colaboradores da Galp Energia, localizados nas áreas da Grande Lisboa, Porto e Sines, previamente selecionados mediante uma avaliação do seu padrão de mobilidade, contribuindo com cenários distintos de mobilidade – condução urbana, mista e extra-urbana.

Perfil dos Utilizadores:
Tipo 1: movimentos pendulares inferiores a 10 km, com origem e destino no concelho de Matosinhos;
Tipo 2: movimentos pendulares entre 10 e 20 km, com origem e destino nos concelhos de Santiago do Cacém e Sines;
Tipo 3: movimentos pendulares entre 20 e 40 km, com origem e destino nos concelhos de Oeiras e Lisboa.


O contributo destes três utilizadores foi complementado com o uso intensivo e alargado dos restantes dois automóveis, os quais, tendo cumprido um plano de teste e de demonstração com vários parceiros e organizações, permitiram totalizar mais de 210.000Km percorridos nas estradas do Continente e Ilhas até Outubro 2012.

Ao todo, foram registados 158 ensaios com parceiros institucionais, mais de 20 ensaios de grupo, aos quais se juntou a apresentação do conceito híbrido elétrico Plug-in em 20 eventos relacionados com a temática da mobilidade sustentável.

23 contributos nacionais para 10 melhorias no Prius Plug-in
Das ideias mais simples, como iluminar o ponto de carregamento do carro, até às propostas mais desafiantes, como possibilitar ao condutor controlar a condução em modo elétrico ou híbrido, foram registados 23 contributos nacionais os quais foram remetidos para a I&D da Toyota, e que, juntamente com os dados submetidos pelos restantes países que integraram este teste mundial, foi possível desenvolver e melhorar o Prius Plug-in que agora se apresenta ao mercado.

Entre a versão Concept de 2010 e o Prius Plug-in 2012, que agora entra em comercialização, as diferenças são significativas, destacando-se as resultantes do teste mundial:

  • Baterias de lítio mais compactas
  • Controlo de temperatura de bancos, permitindo maior eficiência de energia
  • Mais 5Km de autonomia em modo elétrico, para um total de 25Km
  • Menos 10 g/Km CO2, agora com apenas 49 g/Km CO2
  • Botão EV/Híbrido para controlo da energia
  • Nova localização do ponto de carga, agora com iluminação
  • Cabo mais leve e ergonómico
  • Agenda de carregamento
  • Redução do peso em 110Kg

Prova de mobilidade sustentável superada
Procurando ir para além da ampla análise do resultado do teste mundial desenvolvido pela Toyota, em Portugal este programa de ensaios implementou com o IST um modelo próprio, onde foram monitorizados os dados de mais de 130.000Km percorridos pelas três viaturas dos utilizadores Galp Energia. Daqui foi possível constar que as viagens superiores a 5Km de distância representaram menos de 5%, tendo sido registados consumos reais de combustível entre 3 e 3,5 litros.

Em acréscimo, a análise do padrão de condução dos utilizadores com o Prius Plug-in (antes e depois) permitiu comprovar que a tecnologia híbrida induz a uma condução menos agressiva, logo mais eficiente.

Quanto ao impacto ambiental e dos consumos de combustível, avaliando o ciclo de vida do automóvel, e para os perfis de utilização analisados, o Prius Plug-in Concept gasta menos 28% de energia que um híbrido e menos 32% que um Diesel, representando a emissão de CO2 equivalente de menos 35% comparada com um híbrido convencional e menos 40% comparado com um Diesel equivalente.

Comercialização do Prius Plug-in
Entrando este teste de estrada numa fase final, que terminará em Maio de 2013 – altura prevista para devolver os cinco Prius Plug-in Concept para o fabricante no Japão, a Toyota Caetano Portugal lança no mercado nacional a versão final e otimizada do Prius Plug-in 2012. Este modelo que dispõe de uma autonomia alargada e plena, característica de qualquer híbrido, para além de oferecer uma condução de 25 km em modo 100% elétrico com recurso ao carregamento das baterias de lítio, através da ligação a qualquer tomada doméstica, num período de apenas 90 minutos. O Prius Plug-in está disponível pelo preço de 38.000€.

Galp Energia dinamiza mobilidade sustentável
A participação da Galp Energia no projeto do Prius Plug-in vem no seguimento de uma série de iniciativas desenvolvidas pela empresa no sentido de melhor compreender – e até antecipar – modos de mobilidade mais sustentáveis, nomeadamente na área dos biocombustíveis ou na promoção da partilha de viaturas.

 
   
Prius Plug-in passa no teste da Toyota e Galp à mobilidade em Portugal após 210.000Km.pdf
Prius Plug-in 1.jpg
Prius Plug-in 2.jpg

   
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Obrigado pela tua presença neste evento!

Tenho a mesma opinião que tu, faltam competências nos principais oradores para chegar ao verdadeiro âmago do tema.

De qualquer modo, tenho de referir que ainda só passaram pouco mais de 2 anos do projecto, só terminará em Maio, com resultados que espero sejam divulgados!

Branca de Neve 30% são minha autoria...

Planeta: CO2

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Telmo Salgado:
De qualquer modo, tenho de referir que ainda só passaram pouco mais de 2 anos do projecto, só terminará em Maio, com resultados que espero sejam divulgados!

Novembro 2009 - Outubro 2012 = 3 anos.

O projecto acabou, a cerimónia foi precisamente para apresentar os resultados.

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Viva João,

O Sr. Prof. ficou-te atravessado !

Nós já percebemos que se trata de um modo de vida, só não entendo porque razão a TOYOTA necessita a sua colaboração.

Cumps,

A. Marques

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Gostava de saber qual é a autonomia em modo EV no final do teste.

Spritmonitor.de

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A mesma do início...testado aqui no forum.

Toyota Prius 4G PHV    Spritmonitor.de

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João Prates:

Telmo Salgado:
De qualquer modo, tenho de referir que ainda só passaram pouco mais de 2 anos do projecto, só terminará em Maio, com resultados que espero sejam divulgados!

Novembro 2009 - Outubro 2012 = 3 anos.

O projecto acabou, a cerimónia foi precisamente para apresentar os resultados.

 As viaturas ao serviço são de Maio 2010. Se o projecto iniciou antes, não contará com resultados de utilização senão a partir dessa data (viaturas foram entregues em Junho 2010).

Branca de Neve 30% são minha autoria...

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Telmo Salgado:
As viaturas ao serviço são de Maio 2010. Se o projecto iniciou antes, não contará com resultados de utilização senão a partir dessa data (viaturas foram entregues em Junho 2010).

Não sei com esse detalhe os pormenores executivos do teste, se começou no terreno em Junho ou quando foi. Saberás isso muito melhor que eu, e se dizes que foi Junho, eu acredito que sim sem questionar.

A questão não passa por aí. Trata-se de saber quando é que começaram a trabalhar no projecto, e o tempo de preparação naturalmente conta. Mais do que isso, o que te posso dizer é que não acho fazer qualquer sentido chamar a imprensa para anunciar resultados do teste de 3 anos e apresentar as contas "magníficas" dos simuladores do IST com todo o pormenor se não fosse o fim da experiência.

Para mim, do que percebi, o ciclo de 3 anos de testes da Galp chegou ao fim, e a cerimónia assinalou isso mesmo.

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Arménio Marques:
só não entendo porque razão a TOYOTA necessita a sua colaboração

Nem eu.

Há muita gente qualificada, muitas faculdades com muitos investigadores que com 99,9% de certeza fariam melhor trabalho.

Mas este mexe-se bem no meio, é peixe que sabe nadar nestas águas, e de alguma forma chegou onde chegou.

Assim de repente lembro-me de várias faculdades e politécnicos que até desenvolveram ou estão a desenvolver viaturas eléctricas, que participam de quando em vez nas ECO-MARATONAS por esse mundo fora, muitas com sucesso, e que de certeza ficariam encantadas de participar neste projecto.

Qualquer Faculdade de Ciências e Tecnologia abraçaria este desafio com muita satisfação, mas a TCAP escolheu o Prof. Tiago Farias do IST, sabe-se lá porquê.

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