Boa viagem!!
Branca de Neve só 30% são minha autoria...
Planeta:
Boas,
Eu não te vi, penso que por pouco, quando cruzei pelo meu pai hoje de manhã em Cheganças ele disse-me que uns carros atrás de mim ia um igual ao meu só que vermelho, agora venho aqui e vi que ias passar por Alenquer estrada nacional.
Yup, passei à tua porta, nos semáforos, e sim, fui à Telcabo, cheganças foi ponto de paragem.
Pena não te ter apanhado.
Toyota Prius 3G PHV Toyota Prius 4G PHV
Cabos de carregamento, EVSE seguros e inteligentes, Wall chargers, instalações chave-na-mão, fotovoltaico auto-consumo
Ao escrever na outra thread do Baby Blue recordei-me que ainda não tinha deixado aqui o testemunho do resultado da brincadeira em Braga.
Como saberão no encontro dos 50 anos Toyota em Portugal fizemos um curtíssimo tempo de pista/circuito com os nossos carros.
Acho que já me tinha queixado que o Dare Devil para além de ter mais peso e menos potência que os 3G e Auris, ainda sofreu do problema incontornável dos pneus de fábrica serem a maior anedota de todos os tempos em termos de performance.
Dizia um dos meus colegas de apresentação do carro em Espanha, "no meio daquele plástico todo há-de lá haver uma ponta de borracha algures".
Que trampa de pneus. Barulhentos, rijos, sem aderência quase nenhuma no molhado (já me assustei uma ou duas vezes), enfim, um nojo.
Pois puxar por estes pneus em 3 voltas a fundo no circuito de Braga tinha de dar asneira, especialmente nas mãos de um azelha como eu.
Ao fim de 2 voltas o carro ia para onde queria e não para onde eu o apontava, uma coisa indiscritível, um desespero.
Um amigo mais entendido disse-me que os pneus teriam "vidrado" com a temperatura, o que quer que seja que isso queira dizer.
Pois durante a primeira lavagem manual após Braga, pelo desgaste que me parecia apresentar o conjunto da frente (profundidade do piso) achei por bem rodar os pneus, o que fiz sem dificuldade.
O que não estava nada à espera foi de ver o bonito estado em que os pneus da frente tinham ficado, nunca tinha visto nada assim:
Conclusão: Mais 2 ou 3 voltas em circuito e posso mandar esta porcaria fora!
O meu problema agora é que o BB também precisa, e comprar 8 pneus é dose na carteira... damn... enfim, hélas...
Xiiiii....pior do que pensava, e note-se que quando comprei o white pearl mudei-os logo para uns Dunlop apesar de aprnas terem 10.000 km.
Toyota Prius 4G PHV
puff desculpas desculpas. no circuito faltou o kit de unhas
Toyota Prius 3G Gpl by AutoGasPower Diário de Bordo de Um Prius Serrano
Mitsubishi Outlander PHEV Diário de Bordo do Ironhide
Diário de um projeto de Autoconsumo Beirão - Link
Renault Fluence ZE - Diário de Bordo do Adamastor (Fechado)
Troquei os pneus da Auris no mês passado, 79.000 kms feitos, mas já se viam os arames.
Optei na mesma por Dunlop e estou rendido, suaves, silenciosos, não vão duram tanto.
Feliz proprietário de uma Auris TS Sports 1.8 HSD
João Prates:Um amigo mais entendido disse-me que os pneus teriam "vidrado" com a temperatura, o que quer que seja que isso queira dizer.
Considera isto, se quiseres, como uma mera opinião sem conhecimentos técnicos:
O chamado "efeito vidrado" chama-se assim porque a borracha fica normalmente mais brilhante e rija. E acontece por excesso de temperatura pela fricção.
Os pneus de estrada não estão feitos para suportar esforços de fricção muito elevados. Quando são sujeitos a patinagem prolongadas ou travagens com derrapagens, a borracha aquece e queima. Perde completamente as suas características originais. O perigo é que a aderência reduz drasticamente. Não só enquanto quentes mas permanentemente.
Em carros sem ABS, uma travagem forte deixa normalmente uma marca do vidrado facilmente identificado pelo brilho numa parte do pneu.
Pelos bocados de borracha em falta na lateral do piso, as "queimaduras" foram certamente devido ao esforço em curva.
Eu já não usava esses pneus.
Os pneus comuns, de uso diário, sejam eles bons ou maus, não são indicados para uso em circuito. Uma das contas mais pesadas da condução em circuito é exactamente... a borracha.
Vamos lá sacudir o pó deste DB, que há muita coisa para contar, tanto que já nem sei por onde começar...
Se calhar começo por aqui:
João Prates:181 dias após o Dare Devil vir para as nossas mãos, foi tempo de revisão oficial dos 15.000 km.
Isto tinha sido em Janeiro, e tal como determinado desde cedo não iria deixar o óleo do MCI fazer mais de 1 ano dentro do motor.
Por isso a 1 de Agosto, precisamente 1 ano após levantar o carro do stand, eis que o Dare Devil se apresenta novamente para revisão.
Embora com um pouco mais de kms HV proporcionalmente, apenas registava um pouco mais de 8 mil kms de MCI feitos:
Comprei na Loja da Manutenção o óleo Toyota 0W20 recomendado por 49,90 Eur, e a revisão propriamente dita com a mão de obra da troca de óleo e custo do novo filtro bem como demais verificações e teste à bateria ficou em 122,98 Eur, já com desconto de cliente.
O total das facturas foi assim 172,88 Eur já com IVA, dos quais ainda deduzi mais de 90 Eur do cartão Caetano Retail, mas isso é outra história.
Não fosse ter comprado o óleo cá fora e teria chegado muito perto dos 200 Eur, o que sinceramente me parece um exagero para o trabalho que dá, sendo que a culpa é principalmente dos materiais aplicados: Filtro de óleo, filtro de habitáculo (peço sempre de carvão activo) e óleo dos travões (este ainda continuo sem perceber porque tem de ser trocado a cada revisão!).
Mas atendendo a que pessoas há com Model S que acham normal pagar mais de 800 Eur por uma revisão a um EV... se calhar esta é barata...
Saído da revisão, e para poder controlar melhor a rodagem entre cada revisão, fiz reset aos 2 contadores drive monitor, a saber:
Master:
Drive Monitor 2: