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Diário de bordo da Monarca - Honda Insight 2009 - João Crisóstomo

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João Crisóstomo Posted: 19 Feb 2018 12:14

Bom dia. 

Começo por dizer que o Honda Insight mais que um carro é um laboratório sobre rodas. Claro que todos o são, assim o condutor esteja disponível. Concretamente no Insight, selecionando o botão da poupança (verde com uma árvore desenhada)  entra-se numa experiência que estimula a ambição de atingir o impossível. Isto é: de consumir quase nada.

Persegui este ideal sempre que enchia o depósito. Calculava cada manobra para reduzir o consumo. Sempre que podia deixava-o deslizar. Com tantos cuidados acabei por não tirar partido da sua genica, que a têm sobretudo se na caixa selecionamos o modo sport. No meu caso só o uso em caso de necessidade ou para facilitar as ultrapassagens.

Imagino que andando no modo sport os consumos crescerão talvez mais 1lt, mas não o posso afirmar. Talvez outros o possam fazer, caso aqui apareça mais algum.

Entretanto, o carro têm várias opções de condução. O meu permite escolher entre 4 modos. O normal, o sport, o económico, e, através de patilhas no volante, selecionar manualmente as passagens de caixa. Creio que o fizeram assim para facilitarem aos condutores de transmissão manual uma adaptação progressiva. Claro que também têm a utilidade de ajudar a controlar o carro, sobretudo nas reduções. Como uso pouco, é uma experiência que está por fazer. 

Que mais hei-de dizer? A insonorização do carro parece-me medíocre: o ruído exterior, sobretudo acima dos 90km, é evidente. Já o som das colunas é excelente , com os graves e agudos equilibrado.

A climatização é excelente. Não me lembro de ter usado alguma vez o ar condicionado. Claro que não ando com o carro cheio de gente, o que facilita. Entretanto, se a climatização estiver ligada, o auto stop que no pára-arranca permite poupar, fica desligado. Também,  se andamos com o carro com o modo de economia desligado, o auto stop actua menos. 

Como disse no início, é um laboratório sobre rodas. 

Abraço colectivo.

Crisóstomo 

 

 

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Muito bem, João!

Acho que o Insight esteve no lugar correto na altura certa, mas a Honda optou não o desenvolver mais.

Que consumos normalmente fazes?

 

Branca de Neve 30% são minha autoria...

Planeta: CO2

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Boa noite

4.5 é a média. Uma altura consegui andar nos 3.7 durante um depósito, mas nunca mais me aconteceu.

Senti que o carro quis dar  um sinal e também ensinar-me a descontrair dos consumos, porque na época andava obcecado para atingir os 3.5. Uma parvoíce.

Actualmente ando nas calmas mas a média mantém-se. 

Abraço 

Crisóstomo 

 

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Telmo Salgado:
Acho que o Insight esteve no lugar correto na altura certa, mas a Honda optou não o desenvolver mais.

Parece que 2019 trará novidades: https://automobiles.honda.com/future-cars/insight-hybrid

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Ora bem, cá estamos outra vez. 

A meu ver a percepção humana  é sempre subjectiva. Desde logo pela educação, mas também pela experiência acumulada, pelos hábitos de vida, pela sensibilidade. Tudo somado temos um universo próprio. Falo nisto para que se perceba que as minhas impressões sobre o Honda Insight podem ser bem distintas de outros utilizadores. Por exemplo: quem conduzir o carro no modo sport têm uma ideia completamente distinta da minha, quer nos consumos quer, sobretudo, no comportamento. 

Durante 18 meses conduzi o Honda Civic híbrido da minha companheira. O motor é o mesmo 1.3 mas o comportamento é totalmente distinto. A diferença virá dos 95 cavalos no motor a gasolina (o Insight têm 88) e dos 20 do motor eléctrico (o Insight têm 14). Enfim, cada carro, como cada pessoa, é uma realidade especifica. 

Comparando a genica do Civic híbrido com a do Prius 2G da minha irmã, diria que se equivalem. Já o Insight perde para ambos. 

Perguntarão porque motivo a Honda baixou a cavalagem do Insight face ao Civic? A meu ver por causa dos consumos. E também,  suponho, porque o perfil de condutor do Insight seria desde logo distinto - ou assim se pretendia. O Civic é um carro mais próximo dos hábitos e mentalidade convencional excepto pela transmissão automática e o sistema híbrido. Já o Insight destina-se a ecologistas disponíveis para andar nas calmas, sem atropelos nem agressões. 

O Civic híbrido é quase normal.  O Insight não. O Prius menos ainda. O público alvo têm de ser distinto. E nestas coisas nada é feito ao acaso. 

Voltando ao Insight, aborrece-me o apoio do braço. Tanto que quando o comprei andei a magicar soluções para o prolongar. Desisti porque nenhuma era satisfatória.  Em concreto: o apoio é minúsculo, estreito, e recuado. Fizeram-no assim por causa do travão de mão. Compreende-se a lógica mas não a solução. Para quem, como eu, gosta de conduzir sentado em poltrona, não resulta. Segundo li, o defeito era tão evidente que, em 2012 fizeram uma alteração ao modelo e o apoio do braço ficou igual ao do Civic híbrido. 

São pormenores, dirão alguns. Pois são, mas tem importância.

Abraço colectivo. 

Crisóstomo 

 

 

 

 

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Boa tarde Crisóstomo,

Uma curiosidade, o Honda tem efetivamente mudanças, ou apenas um simulação conforme acontece na Lexus?

Bruno R. Almeida

PRIUS 2G (Ago 2009 a Nov 2017)   

Leaf mk1 (Fev 2018 a ...) 12,87 kWh/100km

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Boa noite. 

O Honda Insight,  na versão exclusiv, têm a possibilidade de ser conduzido numa espécie de caixa manual, usando-se umas placas anexas ao volante.

Como já expliquei numa outra postagem, o Insight que possuo têm esse mecanismo. Tenho-lhe dado pouco uso, com excepção de reduções em caso de descidas muito acentuadas ou necessidade de diminuir a velocidade  sem abusar dos travões. 

Outras versões do Insight existem onde este mecanismo está ausente. É o caso do Civic híbrido da minha companheira que, tendo uma transmissão idêntica, não dispõe desse mecanismo acoplado ao volante, mas tão somente de uma caixa automática  onde se pode escolher entre três opções: D (normal) S (sport) L (subidas em esforço ou descidas íngremes e escorregadias) . 

Há semelhanças evidentes entre o Insight e o Prius, e não apenas estéticas. Diferem na cilindrada (refiro-me  evidentemente ao Prius 2G) e na possibilidade do Prius se poder mover exclusivamente em modo elétrico. Supostamente o Insight não o pode fazer. No entanto já me tem acontecido andar com o carro, em distâncias curtas, movido unicamente pela energia da bateria. 

Este fim de semana vou ter a possibilidade de levar o Prius da minha irmã ao Alentejo. Poderei, assim, avaliar melhor as semelhanças e diferenças. 

Fico por aqui. 

Abraço amigo

Crisóstomo 

 

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Bom dia para todos que andam na estrada. 

Ontem tive de ir a Setúbal e mal tinha pegado no Insight já me estavam a fazer sinais de luzes porque não fiz o túnel que liga as Olaias ao Campo Pequeno "a abrir". Além de ser falta de educação atirar com os máximos para cima do parceiro, é também criar insegurança e sobretudo tentar o jogo da prepotência. Não liguei, ou fingi, e segui caminho.

Quem conduz um híbrido e quer andar nas calmas têm da parte de certos condutores uma espécie de reacção negativa. Quanto a mim mais não denota que inveja, o que se compreende pelo mal-estar que deve ser andar em carros ruidosos e poluidores.

Coitados dos que nunca tiveram oportunidade de conduzir um híbrido. Pensando nessa situação lembrei-me de se criar uma estrutura tipo museu dinâmico onde estivessem modelos híbridos e elétricos que, mais que ser vistos também pudessem ser experimentados pelos visitantes.

Simultaneamente podia-se criar uma estrutura de escola interactiva onde o visitante pudesse compreender a lógica das motorizações híbridas, seu desenvolvimento através do historial da Honda e da Toyota, até se chegar ao produto final que são os carros que hoje conduzimos.

Imagino que uma estrutura deste tipo, além de esclarecer, abria caminho a uma mentalidade nova ou para ela contribuia.  Ou seja, ganhávamos todos.

Será que alguém neste fórum quer apoiar um projecto destes?

Abraço amigo. 

Crisóstomo 

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O "ódio na estrada" existe desde sempre, até vemos isso contra inocentes ciclistas e peões.

O melhor dos ensinamentos, para quem quer ensinado, é a observação do seu redor. No ano passado venderam-se mais de 15mil veículos "alternativos" em Portugal, por isso aos poucos teremos o museu dos carros fumarentos, ao invés de híbridos e elétricos a serem observados.

Entretanto e em relação aos "estímulos luminosos", o Código da Estrada é bastante claro, falta é policiamento e a cultura cumpridora.

Branca de Neve 30% são minha autoria...

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