Prius-PT
Comunidade independente de proprietários e amigos de viaturas de mobilidade sustentável

Alemanha encerra todas as centrais nucleares até 2022

rated by 0 users
This post has 41 Replies | 6 Followers

Top 10 Contributor
EV
0000_PREMIUM_Access
013_Prius_3G
Clube 1000 km
SystemAdministrator
tcap-support

William Esteves:

Já conseguiram (Amanha), adiar a diminuição do Co2 para 95g em 2020 e não há problema em admitir que foi por causa da BMW, Mercedes e Audi! A Ford não gostou da noticia que tem gasto milhões para a atingir, e agora, para nada...

William, o CO2 referido no estudo é da produção de energia eléctrica.

O teu comentário é relevante, porque mostra a real vontade dos construtores, alemães em particular (junta VW como grupo, por favor!). E a Ford, com essa "vitimização", esquece-se do verdadeiro valor que é ter automóveis eficientes à venda... (ou isso é afinal um compromisso "da treta" para eles...)

Branca de Neve 30% são minha autoria...

Planeta: CO2

Top 25 Contributor
Plug-In
013_Prius_3G
tcap-support

Ainda a propósito do Energiewende:

German energy

White elephants seen in North Sea

A huge offshore energy project may prove an expensive disaster

Jul 6th 2013 |From the print edition

HAVING decided to shut its nuclear power plants over the coming decade, Germany’s big idea for keeping the lights on is the Energiewende, or energy transition, a state-backed drive towards renewable energy. One of its most ambitious elements is to build 14 gigawatts (GW) of wind turbines off the North Sea and Baltic coasts by 2023, to provide about 9% of the country’s electricity needs by then. In the North Sea eight huge platforms will also be built, each seven storeys high and the size of a football pitch, to collect the output from the windmills, convert it into high-voltage direct current and then send it ashore through cables.

The technology for building and operating this sort of transmission system in the howling gales of the German Bight is largely untried. And once the cables reach shore they will have to pass through populated areas on their way to connect with Germany’s central power grid. To appease NIMBYs (those who reflexively say “not in my backyard”) some of the lines may have to be buried, at further great expense: perhaps 25 times the cost of stringing the cables on pylons. As the project keeps slipping behind schedule the combined cost of the platforms and cables, most recently put at €8 billion ($10.4 billion), looks like rising further.

This risky venture is being taken on, in a sense, by taxpayers next door in the Netherlands, because in 2009 TenneT, the Dutch state-owned power-grid operator, bought the electricity grid that runs down the spine of Germany. It has since been given the job of building the offshore platforms and their cables, and the electricity the project sends ashore will be fed into the central German grid it owns. (Another grid operator, 50 Hertz, has a similar but smaller task in the less windy Baltic.)

So as the project has suffered all sorts of hitches—the latest being second-world-war munitions submerged in the path of one of the transmission lines under construction—it has all got political. Germans have heaped the blame on TenneT and, by implication, the Dutch government. The German power-transmission regulator cancelled the Dutch firm’s operating licence in November, judging it to lack the money to complete the project, only to let it carry on working. The Dutch government has resisted Germany’s requests to put in more capital, since it regards TenneT as an autonomous company.

TenneT was liable for the entire cost and risk of the project, and looked increasingly as though it would be unable to bear them, until a new German energy law was passed last November. Now the contractors building the platforms and power lines (which include Siemens of Germany, ABB of Switzerland and Alstom of France) are liable for part of the tab. So are German electricity customers, through adjustments to the renewable-energy surcharge that is applied to their bills.

 

Since the change to the law TenneT has brought in Mitsubishi of Japan as an investor in four of the eight platforms. It may bring in other new investors soon, says Lex Hartmann, a TenneT director. So the risk of a complete collapse seems for now to have receded.

But there remains a danger that, even if no further technical hitches arise, the enormous project will end up being a white elephant. Investors have gone cool on building windmills in German waters because of their costs and doubts over future electricity rates. A study, commissioned from an independent consultant by TenneT, reckons that less than 6GW of the planned 14GW of turbines are likely to be built by 2023. If so, laments VZBV, a consumer body, Germans will end up paying heavily for a lot of useless transmission gear out at sea. Those who virtuously slapped bumper-stickers on their cars proclaiming Atomkraft? Nein Danke (Nuclear power? No thanks) may wish they hadn’t.

in http://www.economist.com/news/business/21580484-huge-offshore-energy-project-may-prove-expensive-disaster-white-elephants-seen-north-sea

____________________________________________________________

Conduzam com cuidado, em respeito do código, da vida e do ambiente! Cool

Luís Miguel

Top 10 Contributor
EV
0000_PREMIUM_Access
013_Prius_3G
Clube 1000 km
SystemAdministrator
tcap-support

Obrigado pelo teu contributo, Luís.

As tecnologias das renováveis têm os seus custos, e um dos maiores óbices quando se tenta implementar com muita rapidez é obrigar a investimentos avultados.

O offshore terá de ser explorado mais cedo ou mais tarde, que no caso alemão parece ser uma verdade dadas as características do seu território...e o offshore é caro pelo tipo de construção exigido.

Branca de Neve 30% são minha autoria...

Planeta: CO2

Top 25 Contributor
Plug-In
0000_PREMIUM_Access
021_Auris_HSD_1G
tcap-support

Uma central nuclear também acarreta custos elevados, mais manutenção e pode correr muito mal como correu no Japão recentemente...

Mas dá gosto ver os países com este empenho!  

1999 Avensis T22 (3S-FE)

Top 10 Contributor
EV
0000_PREMIUM_Access
013_Prius_3G
Clube 1000 km
SystemAdministrator
tcap-support

Mais uma voz que vem "humanizar" os negócios.

 http://www.jornaldenegocios.pt/opiniao/economistas/jeffrey_sachs/detalhe/caminhos_para_a_electricidade_sustentavel.html

É importante que os leitores de negócios leiam os aspectos da sustentabilidade.

Neste artigo dá um forte elogio aos objectivos da Alemanha, embora tenha passado ao lado da actual situação menos boa em termos de emissões de carbono que o país atravessa...

Branca de Neve 30% são minha autoria...

Planeta: CO2

Top 25 Contributor
Plug-In
013_Prius_3G
tcap-support

Mais um artigo.

http://www.spiegel.de/international/germany/high-costs-and-errors-of-german-transition-to-renewable-energy-a-920288.html

____________________________________________________________

Conduzam com cuidado, em respeito do código, da vida e do ambiente! Cool

Luís Miguel

Top 25 Contributor
Plug-In
013_Prius_3G
tcap-support

E vêm aí dez (!!!) novas centrais a carvão.

http://www.thegwpf.org/germany-open-10-coal-fired-power-stations/

http://www.spiegel.de/international/germany/researchers-alarmed-at-rise-in-german-brown-coal-power-output-a-942216.html

____________________________________________________________

Conduzam com cuidado, em respeito do código, da vida e do ambiente! Cool

Luís Miguel

Top 10 Contributor
EV
0000_PREMIUM_Access
014_Prius_PHV
017_Prius_4G_PHV
903_Tesla_Model_3
ConsumoRecorde_2G
SystemAdministrator
tcap-support

Como em quase tudo o resto, não passam de um bando de hipócritas da pior espécie.

Toda a investigação e recursos cientificos deviam ser focados em 2 vertentes em paralelo:

1) Aumentar a eficiência das energias ditas limpas;

2) Desenvolver sistemas capazes de mitigar fortemente a poluição destes métodos ambientalmente desastrosos.

Sejamos claros: O carvão é baratíssimo, e enquanto comportar margens de lucro brutais na produção de electricidade não esperem que os gestores das companhias eléctricas reneguem ao lucro só pelo crime ambiental que a utilização do combustível representa.

Simplesmente taxar brutalmente a utilização dos combustíveis fósseis não resulta, porque naturalmente as industrias encontram sempre forma fácil de transportar esses custos para o consumidor final, e todos sofremos com isso.

Resolvam o problema da armazenagem da energia produzida pelos sistemas renováveis intermitentes, e outro galo cantará.

Top 25 Contributor
Plug-In
0000_PREMIUM_Access
021_Auris_HSD_1G
tcap-support

Prates, só é pena não ser fácil o seu armazenamento...

Armazenar em energia potencial, criando lagos artificiais em  pontos mais elevados, não tem perda de energia com o tempo, mas é preciso o terreno apropriado e espaço...

Baterias têm efeito memória e perdem carga ao longo do tempo...

Rodas de inércia (como o prototipo do 918 Spyder tinha salvo erro), ainda são caras...

Talvez das melhores maneiras para mim é mesmo com o conceito "Smart Grid", mas todo o custo das baterias é imputado directamente ao consumidor no carro eléctrico..

1999 Avensis T22 (3S-FE)

Top 10 Contributor
EV
0000_PREMIUM_Access
013_Prius_3G
Clube 1000 km
SystemAdministrator
tcap-support

João Prates:

(...)Resolvam o problema da armazenagem da energia produzida pelos sistemas renováveis intermitentes, e outro galo cantará.

Por menos interessante que possa parecer o hidrogénio em termos de rendimentos de transformação, parece-me cada vez mais claro que a energia tem nesta tecnologia uma boa vertente a explorar para conseguirmos adequar as intermitências de produção...

Branca de Neve 30% são minha autoria...

Planeta: CO2

Page 4 of 5 (42 items) < Previous 1 2 3 4 5 Next > | RSS
Copyright 2009 Prius-PT.com
Powered by Community Server (Non-Commercial Edition), by Telligent Systems